Núcleo Interpretativo Baleeiro da Maia

No próximo dia 7 de Julho pelas 15h00, na Vigia do Castelo, início da descida para a Maia, decorre a cerimónia inaugural do “Núcleo Interpretativo Baleeiro da Maia”.

Para saber o que será o Núcleo Interpretativo, transcrevo do site dos Amigos da Maria o seguinte texto:

No sentido de tentar inverter o processo de progressivo esvaziamento cultural e histórico da Maia, a Associação “Os Amigos da Maia” propôs-se a realizar um projeto de criação de um Núcleo interpretativo baleeiro na antiga vigia da baleeia.
Sob a orientação e responsabilidade técnica do antropólogo Paulo Ramalho, este projeto inclui:
-um núcleo expositivo central nas instalações da Vigia da Baleia que mencione a origem da baleação costeira açoriana; as duas fases da baleação em Santa Maria; o bote baleeiro e a caça à baleia; o trabalho específico dos vigias.
-dois painéis informativos/leitores de paisagem exteriores que mencionem a reconstituição, através de planta e desenho, das antigas instalações baleeiras no Porto do Castelo; descrição sumária do processo de desmancho dos cetáceos e fabrico de óleo.
Toda esta informação disponibilizada no local encontrar-se-á em Português e em Inglês.
Este projeto será comparticipado na sua execução pelo sistema de incentivos PRORURAL.” Consultar texto integral AQUI.

Foto: Amigos da Maia em http://www.osamigosdamaia.com/fotos/noticias/95.jpg


Fotos de Santa Maria

Nas curvas da vida me entrego

Com cuidado e abnegação

Nas mãos de Deus me apego

À procura de consolação!

.

Seguindo o caminho da vida,

Com lealdade e temperança

Nunca há causa perdida,

Nem se perde a esperança!


Maia Folk 6 anos

O Festival Maia Folk, organizado anualmente pela Associação Os Amigos da Maia, realiza-se já no próximo fim de semana de 6 e 7 de Julho.

Este ano, o transporte do parque de estacionamento para a Maia, tem um custo de 1€ por pessoa e é feito pelos autocarros da empresa Transportes de Santa Maria (TSM).

Para hoje e como início das actividades do Maia Folk 2012, realiza-se no Clube Asas do Atlântico, um Workshop de Danças Tradicionais, hoje dia 3, danças Marienses com o monitor Isidro Sousa, amanhã e depois danças europeias com a monitora Leónida de Oliveira.

Dia 5 de Julho no Auditório da Biblioteca Municipal de Vila do Porto, tem lugar o Baile Sénior, um baile tradicional para os nossos idosos entre as 14h00 e as 17h00, com Celina Piedade.

Dia 6 e 7 a VI Edição do Festival Maia Folk no lugar da Maia.

Dia 6

A abrir o festival a presença Açoriana dos “Ronda das Nove”, vindos da Ilha do Pico.

A fechar o primeiro dia, concerto em moda de baile tradicional de “Celina da Piedade

Dia 7

Abre com os “Capagrilos”, vindos do norte do país que são um trio, que alia ao cantar em português uma cornucópia de sonoridades e inspirações de música do mundo.

Encerra o festival de 2012 a presença internacional dos “Stille Volk”, uma banda vinda dos Pirenéus da França, formada em 1994 e que se inspira na música celta e medieval.

Dia 7 Passeio Pedestre Santo Espírito Maia com partida pelas 9h00 do largo da igreja de Santo Espírito, iniciativa numa parceria  Associação Amigos da Maia e dos Parques Naturais dos Açores.

As inscrições devem ser efectuadas no Parque Natural de Santa Maria, pelo telefone 296 206 790 ou pelo email parque.natural.stmaria@azores.gov.pt

Veja  abaixo os cartazes de todas as Edições do Maia Folk

Caso o seu browser não suporte o slideshow clique aqui para ver as imagens


Fotos de Santa Maria

Foto da piscina natural dos Anjos e zona envolvente. Aqui em L.A. (Los Angeles),  como chama uma amiga, os sonhos são mais reais, mesmo quando a ondulação é norte, o cheiro a maresia e o chamamento das ondas é tão mágico e convincente que até os mais cépticos se abandonam à mercê de Neptuno, afogando os calores do sol, nas águas irresistíveis e as mágoas no bar dos Anjos, esquecendo por momentos as agruras da vida e o stress do quotidiano, afinal o L.A. (Los Angeles) mariense, é uma terra dos sonhos!


Fotos de Santa Maria

Esta imagem é a digitalização de um postal, que representa um quotidiano rural não muito longínquo, no fim do verão, os carros de bois transportavam as espigas de milho, na “sébia” de vime, até ao local de desfolha, à porta do palheiro na eira, onde miúdos e graúdos, se juntavam, muitas vezes ao serão, à luz do petróleo, desfolhando e amarrando o milho em pinhas, que iam secar  ao sol empilhado nas “tulhas”, antes de ser debulhado e guardado para a alimentação durante o inverno.