Live Music “Luis Barbosa Trio”

A 2EyeLight e a SMA T U R têm o prazer de apresentar:

Live Music Show 

1 de Outubro – 23h00 – Banda 15 d´Agosto

Luis Barbosa Trio – Blues Rock/ Funk (PDL)

After Gig – Dj Cellini

Entrada: 3,50€

Com uma vontade desmedida de se expressar surge a criação.

Em 2010, Luís Barbosa começa a explorar diversas sonoridades, produzindo temas de sua autoria numa vertente blues/rock/funk.

Querendo levar este projeto mais além, Luís convida Dino Oliveira (bateria) e Pedro Silva (baixo), membros da conhecida banda “Booze Band”, a embarcarem nesta viagem.

Com as mais recentes actuações nos Festivais Sensations e Monte Verde 2016, Luis Barbosa Trio promete uma noite com muita animação!

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Confirmada abundância de peixe em áreas de reserva à pesca nos Açores

Fonte: Açores 24 Horas

Dados preliminares da missão científica ‘As ilhas dos Açores – o segredo mais bem guardado do Atlântico’, financiada pelas fundações Waitt e Oceano Azul, que decorreu desde 9 de setembro nas ilhas de S. Miguel e Santa Maria e nas Formigas, revelam “uma diferença significativa nas abundâncias de peixe e de outras espécies de vida marinha dentro e fora das áreas marinhas protegidas”, apontando, como exemplo, as áreas de reserva à pesca de Santa Maria, alargadas recentemente.

A revelação foi feita por Fausto Brito e Abreu, em Ponta Delgada, durante uma visita ao navio ‘Plan B’, que esteve envolvido nesta expedição oceanográfica com o objetivo de realizar um levantamento científico do estado de conservação da biodiversidade marinha e produzir um documentário para divulgar a biodiversidade marinha dos Açores.

Para o Secretário Regional do Mar, os primeiros resultados desta expedição constituem uma “validação do trabalho do Governo dos Açores no que respeita à criação de zonas protegidas”, salientando “o papel importante dos pescadores, que contribuíram para a sua criação”.

“As áreas de reserva à pesca são importantes não só para o turismo marinho, mas também para a pesca porque servem de zonas de maternidade” que permitem o repovoamento de zonas de pesca, frisou. 

Brito e Abreu afirmou também que os dados desta expedição “são muito úteis para validar o modelo adotado nas ilhas onde já existem áreas marinhas protegidas”, incentivando os pescadores que “se queiram organizar para propor áreas marinhas protegidas” nas ilhas em que ainda não existem.

O Secretário Regional do Mar salientou, por outro lado, que “os dados científicos que emergem desta expedição são úteis para alguns projetos que estão a decorrer na Universidade dos Açores” e que agora beneficiam de informação adicional, salientando a importância deste projeto no que respeita “à divulgação e à sensibilização para questões ligadas ao ambiente marinho e à promoção dos Açores como um destino de excelência” para turismo de natureza.

No âmbito desta campanha, na qual participaram cinco cientistas da Região, procedeu-se à marcação de espécies pelágicas em colaboração com os projetos em curso no IMAR, no MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e na Universidade dos Açores.

Os resultados desta missão serão entregues aos governos da Região e da República sob a forma de um relatório científico com informação sobre o estado atual de conservação dos valores naturais estudados no Grupo Oriental dos Açores, a eficácia das atuais áreas de proteção, bem como o eventual interesse na expansão dessas áreas ou na criação de novas zonas de proteção.

O documentário, com uma duração prevista de cerca de 20 minutos, será divulgado pelas fundações Waitt e Oceano Azul, dando a conhecer ao grande público os principais aspetos dos trabalhos desenvolvidos durante a expedição, bem como dos ambientes marinhos dos Açores.

Plan B

IMO: 1007914
MMSI: 319075000
Indicativo: ZCND5
Bandeira: Cayman Is [KY]
AIS Tipo: Pleasure Craft
Tonelagem Bruta: 746
Porte bruto: 850 t
Comprimento de fora a fora (LOA) x Largura extrema: 49.07m × 10.2m
Ano de construção: 1973

Read more at http://www.marinetraffic.com/pt/ais/details/ships/shipid:385090/mmsi:319075000/imo:1007914/vessel:PLAN_B/_:d0ed6bdb8301a00572fbb921ec25d447#letF8J1526k8l9Aw.99


Doar Sangue 14ª Recolha

Em Santa Maria, pela 14ªvez consecutiva foi realizada uma parceria entre o Clube Motard de Santa Maria e o Serviço de Hematologia do Hospital do Divino Espirito Santo de Ponta Delgada, Promovida uma recolha de sangue, que faz deslocar de Ponta delgada uma equipe de 6 técnicos de saúde, e que promove que algumas dezenas de marienses possam efetuar uma recolha de sangue para os fins que o este serviço entender mais adequado.
Esta atitude, adjetivada por muitos, como nobre, tem tido um  crescente de entusiastas, que ano após ano, vem aumentando a presença de dadores no período de recolha, efetuado nas instalações do Unidade de Saúde de Santa Maria.
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Área da Paisagem Protegida do Barreiro da Faneca e Costa Norte

Fonte: Wikipédia

A Área da Paisagem Protegida do Barreiro da Faneca e Costa Norte localiza-se na freguesia de São Pedro, concelho da Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, nos Açores. Constitui-se em uma paisagem protegida de interesse regional, administrada pela Região Autónoma dos Açores.

Características

Estende-se desde a Ponta dos Frades até à Ponta Norte da ilha e abrange o Barreiro da Faneca e as Baías do Raposo, da Cré e do Tagarete, com uma superfície de 1542 hectares.

O Barreiro da Faneca é uma extensa superfície de terreno árido e argiloso, pertencendo principalmente à unidade geológica denominada “Formação de Feteiras”, constituindo uma paisagem semi-desértica de cor amarelo-avermelhada, única nos Açores. Com altitudes que rondam os 200 metros acima do nível do mar, apresenta-se como uma superfície de relevo ondulado com declives muito suaves, inferiores a 4-5%, e com uma capacidade de drenagem muito reduzida. Nas zonas desprovidas de vegetação é notória a erosão do solo, podendo ser observadas “dunas” causadas pela erosão eólica e hídrica. Apesar de, há algumas décadas, o Barreiro da Faneca apresentar apenas algumas manchas isoladas de vegetação, nos últimos anos tem se verificado um aumento espontâneo desta, de forma que, atualmente, cerca de 70% de sua área encontra-se recoberta por espécies vegetais, das quais se destacam endemismos, como a urze (“Erica azorica“), o pau-branco (“Picconia azorica“), a malfurada, a “Scabiosa nitens“, a erva-leiteira, e outras espécies igualmente importantes, com o louro-da-terra e a faia-da-terra.

Contígua a este abre-se a baía da Cré, onde se encontram algumas formações sedimentares, como calcários e conglomerados fossilíferos, alguns destes com exemplares fósseis bem preservados.

Na sequência encontra-se a baía do Raposo, também de grande valor paisagístico pelas suas escarpas, queda-d’água e foz da ribeira.

A baía do Tagarete e a zona contígua são importantes, em termos geológicos devido aos seus depósitos de fósseis marinhos.

Este conjunto de baías, limitadas por arribas extremamente declivosas e escarpadas, com alturas entre os 50 e os 150 metros acima do nível do mar, apresentam importância, em termos ecológicos, por essas arribas e o ilhéu das Lagoinhas, se constituírem em importantes locais de habitat e nidificação de várias espécies protegidas de aves marinhas, como o cagarro (“Calonectris diomedea borealis“), o garajau-comum (“Sterna hirundo“) e o garajau-rosado (“Sterna dougallii“).

Bibliografia

  • SILVA, José Guedes. O Barreiro da Faneca. Vila do Porto (Açores): Câmara Municipal de Vila do Porto, 2002. 48p. fotos cor. ISBN 972-96168-7-6

Ver também

 

barreiro-da-faneca-santa-maria-acores-deserto-vermelho