Category Archives: Gente da Nossa Terra

Halloween de Paulo Fontes

halloween-paulo-fontesO Mariense Paulo Fontes, manteve mais um ano viva a sua forma única de celebrar o halloween. O bichinho trouxe-o da vivência dos tempos de menino nos Estados Unidos, por cá todos os anos dedica muito tempo, sacrifício pessoal e algum dinheiro para criar, dar forma e preparar a sua noite das Bruxas ao estilo dos melhores efeitos especiais de Hollywood, assustador, engenhoso e criativo.

As pinturas, as criaturas e os mecanismos que lhe dão “vida”, exigem uma preparação cuidada, apenas possível pela paixão do seu autor, que sozinho dá o seu trabalho e suor, para a noite perfeita dos horrores, possa ser apreciada por todos aqueles que queiram e tenham coragem de assistir.

Alvo de elogios por quem teve oportunidade de ver este ano, nas Covas o cenário das criaturas assustadoras do dia das bruxas; fica o desafio para que haja mais daqui a um ano. A avaliar pelo número de pessoas que se deslocam nesta noite para ver os cenários do Paulo Fontes, é caso para dizer que devia ser desafiado a criar num espaço público e receber algum tipo de apoio para o efeito.


Ermida de Nossa Senhora de Fátima

Em memória de Manuel Chaves Carvalho 1944-2006; Manuel Chaves Carvalho, nasceu em 22 de Março de 1944, no lugar da Fonte do Jordão, freguesia de Santo Espírito, faleceu a 21 de Julho de 2006.

Casou com Maria de Fátima Cabral Resendes e teve duas filhas Susana e Elsa Carvalho.

Poeta popular e repentista afamado na ilha, fazia quadras alusivas às várias épocas festivas, como o Natal, O Carnaval e a Páscoa.

As suas duas grandes paixões, a folia do Espírito Santo e as cantigas ao desafio, levaram-no a actuar nas diversas festividades da ilha e a deslocar-se a vários locais, nomeadamente a São Miguel, Terceira, Continente Português e América do Norte.

Publicou em 2001 o livro “Igrejas e Ermidas de Santa Maria em Verso”e foi editado após a sua morte o livro “Baías de Santa Maria”

Do Livro “Igrejas e Ermidas de Santa Maria em Verso“ ficam os versos sobre Nossa Senhora de Fátima.

Fátima é nossa Padroeira

A quem fazemos orações

Foi esta Ermida a primeira

Depois das Aparições.

.

Há quem reze o necessário

Subindo a escadaria

Que representa o rosário

Que rezamos à Virgem Maria.

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Cento e cinquenta degraus são [1]

Da estrada até à Ermida

Muitos de joelhos pagar vão

Uma graça concedida.

.

A treze de Maio todos os anos

Vão todos em romaria

Centenas de paroquianos

Que vão rezar à Virgem Maria.

.

E fazem na véspera do dia

Uma linda procissão

Onde vão em romaria

Com velas acesas na mão.

.

Ainda há nos nossos dias

Pessoas com muita fé

Que vem das freguesias

À Senhora de Fátima a pé.

.

Muitos a caminho se metem

Às vezes com os pés moídos

Mesmo assim ainda aprometem

Ir todos os anos seguidos.

.

Vão rezando pelos caminhos

Um Pai Nosso e uma Avé Maria

Ensinada aos pastorinhos

Há anos na Cova de Iria.

.

Há muita gente que promete

Ir onde o milagre se deu

Em mil novecentos e dezassete

Que Nossa Senhora apareceu.

.

Todos os anos neste dia

Vê-se gente que vem de fora

Numa grande romaria

Rezar a Nossa Senhora.

.

Manuel Chaves Carvalho

[1] Na realidade são 153 degraus

Wikipédia

Este templo foi erguido por iniciativa do padre Virgínio Lopes Tavares, quando pároco da freguesia de São Pedro. A autorização para a sua construção foi requerida a 11 de Junho de 1924 e, a 18 de Outubro de 1925, procedeu-se à bênção da primeira pedra, acto solene presidido pelo Ouvidor eclesiástico, padre Mariano do Nascimento Moura.

Em Março de 1928 foi requerida a visita canónica, a qual decorreu no mês seguinte. A 1 de Maio desse mesmo ano, a imagem da padroeira foi benzida na Matriz de Vila do Porto, sendo conduzida, em procissão, para a Igreja de São Pedro, de onde só saiu a 17 do mesmo mês devido ao mau tempo que se fazia sentir à época. Nesse dia 17, a ermida foi consagrada.

Em 13 de Julho do mesmo ano, foi estudada a sugestão de António Lopes Tavares para a construção de uma escadaria que aludisse ao Santo Rosário. Aprovada a sugestão, abriu-se uma subscrição pública, para a qual concorreram 150 subscritores, cada um respondendo pelo custo de um dos degraus. O projecto da escadaria foi de Álvaro Fernandes Serpa. A 13 de Outubro de 1929, colocava-se a primeira pedra, sendo a obra inaugurada a 11 de Julho de1933, quando do seu alto, foi concedida, pelo então Bispo de Angra, D. Guilherme Augusto Inácio de Cunha Guimarães, a Bênção Eucarística. A escada possui 153 degraus representando cada um uma conta do Rosário (uma “Ave Maria”) com dez patamares, representando cada um um dos Mistérios do Terço (um “Pai Nosso”).

Em 1942 foi colocada na ermida uma lápide comemorativa do 25° aniversário das Aparições de Fátima (13 de Maio de 1917).

Em 2007-2008 foi restaurada, assim como a imagem da Senhora, com recursos da comunidade, tendo sofrido algumas alterações nomeadamente mas cores e foram criados nos jardins que ladeiam a escadaria as imagens da via sacra.

O dia da padroeira é comemorado, anualmente, a 13 de maio.


Serões da Maia – Grupo Folclórico de Santo Espírito

Os serões da Maia estão de volta.
Todas as quartas-feiras do mês de Agosto o Grupo Folclórico da Casa do Povo de Santo Espirito proporcionará a residentes e visitantes na ilha um serão agradável à volta da música e das danças tradicionais marienses.
Um tradição antiga do lugar da Maia e que é preciso não deixar cair no esquecimento.
Visite a Maia para uma noite tradicionalmente diferente.
Serões da Maia 2016

Jantar do Emigrante 2016

A Câmara Municipal de Vila do Porto, convida todos os interessados para o habitual convívio do emigrante. Este ano realiza-se na escola de Santa Bárbara, inserido nas Festas do Sagrado Coração de Jesus.

A realizar sábado dia 6 de Agosto pelas 18h.

Inscrições até dia 1 de Agosto pelos números 924 038 233, 965 545 143 e 926 927 009.

jantar-emigrante-2016


Cagarros de Norte a Sul – Motards Açorianos em digressão

Terminou esta quinta feira a aventura motard açoriana, onde três casais marienses aficionados do mototurismo idealizaram percorrer Portugal de Norte a Sul, num projeto que denominaram de “Cagarros de Norte a Sul”.

Com o inicio no passado dia 01 de Maio, a aventura teve o seu desfecho na cidade de Lisboa, depois de ter sido iniciada numa cerimónia na Casa dos Açores do Norte, onde para além da vertente do mototurismo foi também uma forma diferente de apresentar um dos maiores festivais de Blues em Portugal, o Santa Maria Blues, festival que se realiza em Santa Maria no mês de Julho, 
No itinerário e mesmo com alguns situações não esperadas como a greve dos estivadores, onde tiveram que improvisar, a abundância de chuva, mesmo assim foram percorridas, muitas cidades, vilas e aldeias ao longo de interior Português, foram dezenas de locais visitados pelos motards açorianos, que concluiram a aventura de dez dias de estrada com cerca de 2800 Km´s. 
Os logotipos e as publicidades que os motards açorianos distribuíram ao longo de pais foram muito bem recebidas e motivo de muitas perguntas sobre a realidade insular.
Acompanhe o blogue da aventura Cagarros de Norte a Sul
Cagarros de Norte a Sul (1) Cagarros de Norte a Sul (2) Cagarros de Norte a Sul (5) Cagarros de Norte a Sul (7) Cagarros de Norte a Sul (18)

Cagarros de Norte a Sul – arranca dia 1 de Maio

Cagarros-norte-a-sul-logoPara muitos que terão acesso, a este site, perguntaram a si próprios, Cagarros? de Norte a Sul? ou seja o que será isto!??
Este título, será de facto uma excelente expressão para caracterizar quem tem o mesmo hobbie, As Motos e vive aqui na ilha de Santa Maria nos Açores, no meio do atlântico, onde as estradas são limitadas. Paulo Resendes, Paulo Chaves e Emanuel Cabral, todos residentes na ilha de Santa Maria, colocaram a ideia sob a forma de um projecto, e que se baseia em conhecer e circular por estradas do Norte do País e interior até ao sul. A singularidade que apresenta, e  a possibilidade de se usufruir de estradas nacionais e regionais decerto darão outra espectacularidade a quem pretende usufruir das paisagens. Das limitações próprias de quem vive em ilhas surge esta ideia antiga, a de percorrer o continente português de mota. Pese embora, numa primeira análise, possa parecer uma ideia difícil de concretização, verifica-se que a persistência, dedicação e trabalho deste grupo pode levar a efeito este grande evento. Ao longo dos últimos meses tem sido uma constante “preocupação” e cuidado com todos os pormenores, pois será uma aventura, que se pretende sem grandes percalços, mas decerto com alguns imprevistos…Relativamente ao percurso, este terá o seu início na cidade do Porto seguindo em direção ao interior do País onde a paisagem ainda tem muito de natural, muita intacta, passando por algumas cidades, levando sempre na bagagem o espírito de união, sacrifício e inter-ajuda dando assim uma imagem forte.
 
A ideia inicial, transformou-se e deixou somente de ser, o tentar conhecer o Pais, mas passando também a ter uma ideia interessante, dar a conhecer ao longo dos 2500 Km que serão percorridos, a nossa Santa Maria, terra com muitas particularidades e repleta de virtudes para dar a quem nos quiser conhecer. Nesse sentido surge um contacto da Associação Escravos da Cadeinha a este grupo com a intenção de nós sermos os embaixadores na divulgação do evento Santa Maria Blues 2016 e da marca Santa Maria Blues a Capital de Blues em Portugal. Sem hesitar este grupo entrou nesse projecto de divulgação do Santa Maria Blues levando na bagagem muita vontade de divulgar do melhor que se faz em Santa Maria Açores.
Texto: http://cagarrosnorteasul.blogspot.pt/
Patrocinadores:
Patrocinadores-cagarros-norte-sul

Arte…em forma de ferro e luz!

Em Santa Maria, está a decorrer uma exposição muito sui generis de um conhecido artista e ex presidente da Associação Cultural Maré de Agosto, João Pimentel, faz da solda e do ferro velho, uma ocupação quase diária, e inclusive já criou a sua própria marca IRONART- Made In Garage. A exposição estará aberta ao publico entre 11 de março até 16 de Abril no Espaço em Cena, em Vila do Porto.
Desde a vela de ignição até ao velho bidão de óleo, passando pela a roda dentada, uma velha  jante de um automóvel, tudo é passível de usar e construir um elegante candeeiro, um objeto decorativo ou um troféu.
Uma forma de arte diferente e muita dinâmica por terras marienses!
candeeiro 2 Candeiro Candeiro3 Candeiro4 J.Pimentel

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