No próximo dia 6 de Setembro entre as 10h00 e as 17h00, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Vila do Porto irá realizar uma Caça ao Tesouro dos Direitos.

No próximo dia 6 de Setembro entre as 10h00 e as 17h00, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Vila do Porto irá realizar uma Caça ao Tesouro dos Direitos.

A caça submarina em Santa Maria, carece de licença apropriada à sua prática, pode ser obtida na RIAC ou na Capitania do Porto. Existem locais onde a prática é interdita. Há também limite de capturas e espécies protegidas, as quais não deve capturar.
Cumprindo estas regras, as regras de segurança e sempre com bom senso, esta pode ser uma atividade de verão a praticar em Santa Maria. A prática de caça submarina só é permitida em apneia.
Assista ao vídeo que se segue e boas férias!
30 anos de Maré de Agosto dão o estatuto de mais antigo festival de música do país e claro é motivo para os principais canais televisivos de Portugal, marcarem presença.
A SIC não quis deixar de estar presente no festival das músicas do mundo.
Mare de Agosto em destaque na SIC por taldisparate
O Navio da Marinha Portuguesa, “Corveta” NRP João Coutinho, encontra-se atracada no Porto de Vila do Porto, onde estará aberta ao público dia 16 de Agosto, sábado entre as 10hoo e as 12h00 e entre as 15h00 e as 18h00 .
O NRP João Coutinho (F487) é uma corveta da classe “Baptista de Andrade”, a serviço da Armada Portuguesa exercendo actualmente a missão de escoltador oceânico ligeiro. O seu nome foi atribuído em honra de João Roby, um dos Irmãos Roby.

Texto de: Diário Digital e Lusa
“Aquilo que despertou a nossa curiosidade foi o facto de em 2008 ter havido uma ocorrência absolutamente excecional do número de tubarões-baleia e esse ano foi um ano excecionalmente quente na temperatura da água da região durante o pico do verão. Achámos de facto que havia uma associação clara entre as temperaturas mais quentes do ano e a ocorrência do tubarão-baleia”, explicou Pedro Afonso, que lidera o estudo.
A investigação incidiu na análise de dados recolhidos por observadores a bordo de embarcações atuneiras na região, durante a safra de pesca ao atum, ao longo dos últimos dezasseis anos, e foi publicado recentemente na revista científica Plos One.
Segundo Pedro Afonso, esta espécie migratória habita normalmente em águas tropicais. Num cenário de alterações climáticas, poderá escolher cada vez mais os mares dos Açores como habitat.
“Na eventualidade de possíveis cenários de aquecimento global, nomeadamente de aquecimento das águas na nossa região, é possível que a probabilidade de avistamento desses animais aumente”, disse.
O investigador defende que se deve continuar a estudar o fenómeno para se obter “conclusões mais robustas” ou para responder a outras questões, como, por exemplo, o facto de “os Açores serem uma das poucas regiões do mundo onde só há agregação de indivíduos [tubarão-baleia] sexualmente maturos”.
“Estes dados são apenas de avistamento, portanto este trabalho deve ser complementado com outros trabalhos, aliás, que já estamos a fazer há três anos em colaboração com colegas dos Estados Unidos, com marcações de satélite para saber para onde os animais vão quando deixam a região”, disse Pedro Afonso.
O investigador lembrou que, a verificar-se cada vez maior presença do tubarão-baleia, usualmente conhecido nos Açores como pintado, a região tem uma maior responsabilidade no que toca à preservação da espécie.
“Lança algum enfâse num eventual aumento da importância da região dos Açores como habitat temporário, ou seja, durante parte do ano, para estes animais. A região tem de estar preparada para responder a essa responsabilidade que é de ter um habitat importante para um animal internacionalmente protegido”, salientou.
O tubarão-baleia é o maior peixe do mundo, tem entre oito a dez metros e pode pesar mais de 13 toneladas. Mergulha a grandes profundidades, podendo chegar aos 1.900 metros, mas é inofensivo para o homem, alimentando-se de pequenos peixes e de plâncton.
Nesta altura do ano pode aproximar-se da costa da ilha de Santa Maria, onde a temperatura da água é superior, representando, na ótica do investigador, um contributo para o turismo na Região Autónoma dos Açores.
“Começa a haver um certo turismo de mergulho dirigido aos tubarões-baleia. Ao fim e ao cabo, é o único sítio da Europa onde se podem ver ocasionalmente tubarões-baleia e isso é uma experiência que atrai muita gente – poder nadar livremente com um animal daquela dimensão e com aquela beleza – e haverá muita gente disposta a pagar muito dinheiro para o fazer”, referiu Pedro Afonso.
Diário Digital com Lusa
Em Santa Maria pode optar por um destes centros de mergulho, para agendar a sua viagem de barco em busca do avistamento do tubarão baleia: